Mês: julho 2019

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Companhia de Água do DF corta super-salários de 35 pessoas e gera economia de R$ 200 mil por mês

Com o corte nos supersalários de 35 empregados, a Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb) vai economizar R$ 200 mil por mês. A média de extrateto é de mais de R$ 5 mil. A empresa pretende cortar os contracheques, com base em decisão do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 10ª Região. O abate-teto estava impedido por liminar concedido ao Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Purificação e Distribuição de Água e em Serviços de Esgotos do Distrito Federal (Sindágua-DF). O teto hoje no DF é R$ 35.462,22. (Correio Braziliense)

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Declaração de Weverton joga pressão em pré-candidatura de Osmar Filho

Não restam dúvidas na fala de Weverton: o vereador Osmar Filho tem até o final do ano para mostrar candidatura competitiva.

Aliados de Osmar Filho (PDT) receberam a declaração do senador Weverton Rocha (PDT) com alívio e certa garantia que o presidente da Câmara de São Luís vai ser o candidato ungido do PDT. Mas não é bem assim. O que o senador fez foi jogar pressão na pré-candidatura de Osmar Filho (PDT) para a sucessão do prefeito Edivaldo Holanda Jr, também do PDT.

Não precisa esmiuçar o significado da fala de Weverton para perceber que a candidatura de Osmar não está garantida. A verdade é que nunca esteve, mesmo em outras declarações do mandatário do PDT do Maranhão. No São João, quando perguntado se “Osmar Filho era pré-candidato do partido”, a resposta de Weverton foi positiva.

Com as novas regras eleitorais qualquer um e a qualquer tempo pode ser pré-candidato e não seria diferente com o chefe do poder legislativo municipal. Na última pesquisa, encomendada pela JPesquisa/JORNAL PEQUENO, Osmar Filho (PDT) apareceu com apenas 2% de intenção de votos. E a declaração de Weverton à TV Difusora foi taxativa: Filho tem até o final do ano para viabilizar sua candidatura, isso significa torna-la competitiva.

Afinal, o grupo do senador não quer sair perdedor das eleições municipais já que a mesa de 2022 também já está posta.

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Ninguém solta a mão de ninguém: Flávio Dino tem 11 pré-candidatos para Prefeitura de São Luís

Entre nomes do alto e do baixo clero, o grupo comandado pelo governador Flávio Dino (PCdoB) possui, atualmente, ao menos 11 pré-candidatos a prefeito de São Luís para as eleições de 2020, segundo levantamento feito pelo ATUAL7.

Apesar da alta quantidade de postulantes, de acordo com declaração do presidente do PCdoB no Maranhão, deputado federal Márcio Jerry, eminência parda da gestão comunista, chegado o período das convenções partidárias, não haverá dificuldade para a unção do escolhido.

Pelas movimentações públicas de Flávio Dino, apesar da permissão dada aos aliados para que tentem se viabilizar na disputa – sim!, por submissão voluntária dos próprios integrantes, no grupo dinista os passos só são dados após a permissão do governador –, o deputado federal licenciado e secretário estadual de Cidades e Desenvolvimento Urbano, Rubens Pereira Júnior (PCdoB), desponta como já ungido antecipadamente pelo chefe. Recentemente, no que pode alavancá-lo na graça do ludovicense, ele recebeu das mãos do governador o comando do programa intitulado Nosso Centro, cujo investimento se aproxima de R$ 140 milhões.

Além de Rubens Júnior, também pelo PCdoB, se articulam no grupo dinista o deputado estadual Duarte Júnior e o vice-prefeito de São Luís, Júlio Pinheiro.

Outro partido que também possui três nomes em disputa interna é o PDT. Pela legenda, o predileto do presidente do partido no Maranhão, senador Weverton Rocha, é o presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Osmar Filho. Em sua mais recente declaração sobre o pleito do próximo ano, porém, ele abriu brechas para que tentem se viabilizar o deputado estadual Yglésio Moyses e o vereador licenciado e secretário municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento, Ivaldo Rodrigues.

Os demais postulantes a prefeito de São Luís pela panelinha do Palácio dos Leões são: o deputado estadual Neto Evangelista, pelo DEM; o vice-presidente da Câmara de São Luís, Astro de Ogum, pelo PL (antigo PR); o deputado federal Bira do Pindaré, pelo PSB; e a deputada estadual Helena Duailibe, pelo Solidariedade.

Também recebeu autorização de Flávio Dino para tentar se viabilizar na disputa, mas ainda permanece sem partido, o comunicador Jeisael Marx, único outsider do grupo.

O vereador Astro de Ogum está mesmo decidido a deixar o PL e se filiar ao MDB, alimentando a possibilidade de vir a ser o candidato do Grupo Sarney à Prefeitura de São Luís. O ex-presidente da Câmara Municipal, porém, avalia uma série de pequenos entraves, que precisará superar se de fato decidir migras para as fileiras emedebistas.

O primeiro deles é a pré-candidatura do ex-deputado Victor Mendes, bancada dentro do partido pelo deputado estadual Roberto Costa, dono de grande peso hoje dentro do partido. Depois, terá que conseguir o aval da ex-governadora Roseana Sarney, que hoje já não nutre por Astro de Ogum a mesma simpatia de quando ele era mais babalorixá do que político.

Além disso, o deputado Adriano Sarney ensaia ser candidato a prefeito pelo PV, e se esse projeto ganhar corpo, a família Sarney certamente se mobilizará em torno dele – disse ninguém duvida. Além disso, como reagirá o PL diante dessa mudança? Não é, portanto, só chegar, entrar e ganhar a vaga de candidato de presente.

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Corrente do PT não quer Gleisi presidente do partido

A corrente Construindo um Novo Brasil (CNB), majoritária dentro do PT, quer que Fernando Haddad assuma a presidência do PT Nacional na próxima eleição interna, em novembro, informa o Globo.

A pressão por Haddad presidente, no entanto, contraria o desejo de Lula de que Gleisi Hoffmann continue à frente da sigla.

“As discussões precisam ser feitas à luz do dia. Não tenho nada contra a Gleisi, mas o Haddad fala mais com a sociedade. Foi o nosso candidato a presidente da República. Se o Lula não estiver habilitado em 2022, ele é o candidato a presidente. Então, ele é melhor nome para ampliar a nossa relação com a sociedade”, disse Washington Quaquá, presidente do PT no Rio, ao veículo.