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Homens armados causam pânico em Turiaçu; dupla fingia ser policiais federais

Dois homens armados se passando por policias federais abordaram um grupo de jovens no município de Turiaçu. A abordagem aconteceu neste domingo (11), na praça São Francisco Xavier, na sede do município, durante a comemoração dos 151 anos da cidade.

A ação causou pânico na cidade, mas a ação foi filmada por populares. Confira os vídeos no blog Tribuna 98.

O deputado estadual Yglésio Moyses (PROS), com trabalhos na cidade, repudiou a ação dos bandidos. Os mesmos já foram presos pela manhã desta segunda-feira (12). G. C. P. de 29 anos e B. M. D. R. de 25 anos, foram presos na cidade de Turilândia.

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PF faz operação de fraude em licitação com dinheiro da covid-19; cidades do MA são alvos de investigações

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (22), nas cidades de São Luís, Bacurituba e Bom Jesus das Selvas, a Operação Inter Pares, com a finalidade de desarticular grupo criminoso estruturado para promover fraudes licitatórias e irregularidades contratuais no âmbito dos Municípios de Bacurituba e Bom Jesus das Selvas, envolvendo verbas federais que seriam utilizadas no combate à pandemia COVID-19.

Inicialmente, foi constatada a falta de capacidade econômica da empresa investigada, restando demonstrado que o custo dos produtos vendidos é incompatível com a receita auferida nos 12 meses anteriores ao período de
monitoramento. Afinal, enquanto adquiriu apenas R$ 33.356,25 dos itens de contratos públicos no período investigado, vendeu mais de meio milhão de reais para os Municípios de Bom Jesus das Selvas e Bacurituba.

Além disso, revelou-se que o principal investigado utilizava “laranjas” para figurarem como proprietários da empresa que supostamente fornecia os produtos, sendo que, simultaneamente, concorria nessas licitações assinando
propostas em nome de outra empresa.

Diante desses fatos, a Polícia Federal cumpriu 6 (seis) Mandados de Busca e Apreensão e 05 (cinco) Mandados de Constrição Patrimonial. Ao todo 30 (trinta) policiais federais cumpriram as determinações judiciais expedidas pela 1ª Vara Federal de São Luís/MA, que decorreram de uma representação elaborada pela Polícia Federal.

Se confirmadas as suspeitas, os investigados poderão responder por fraude à licitação (Art. 90, Lei 8.666/93), simulação de compra e venda (Art. 96, V, Lei 8.666/93), lavagem de capitais (Art. 1º, caput, Lei 9.613/84) e associação
criminosa (Art. 288, Código Penal). Somadas, as penas podem chegar a 23 anos de prisão.

A denominação “Inter Pares”, que significa “Entre Iguais”, faz referência ao modus operandi adotado pelo esquema criminoso em que o principal investigado fazia propostas com maior preço por meio de sua empresa oficial, com o fim de que uma outra empresa, também controlada por ele, se consagrasse vencedora da licitações.

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Foragido da PF, Rogério Almeida, é superintendente de Pedreiras do governo Dino

Por ATUAL7

Deflagrada pela Polícia Federal nesta terça-feira (1ª) para apurar suposto esquema criminoso previdenciário no Maranhão, a Operação Anadromiki teve como um dos alvos o superintendente de articulação regional de Pedreiras do governo Flávio Dino.

Trata-se de Rogério de Bezerra Almeida, ex-vice-prefeito de Esperantinópolis e candidato derrotado ao Executivo do município nas eleições de 2020. Desde o início de março, está nomeado no cargo subordinado à Secretaria de Estado de Articulação Política, a Secap. A pasta é comandada pelo deputado federal licenciado Rubens Pereira Júnior.

Dr. Rodrigo Almeida (PCdoB)

Contra ele, mostrou o ATUAL7 mais cedo, foi cumprido um mandado de busca e apreensão em sua residência em Esperantinópolis. A PF tenta também cumprir um mandado de prisão preventiva, mas ainda não conseguiu encontrá-lo e já o considera como foragido.

Advogado com atuação na área previdenciária, Dr. Rogério, como é conhecido e cravou seu nome na urna eletrônica, é filiado ao PCdoB e coordenador politico do partido na região do Médio Mearim, composta por 32 municípios.

O chefe dele, Rubens Júnior, e o governador Flávio Dino também são do PCdoB.

Procurado pelo ATUAL7 a respeito do superintendente de articulação regional de Pedreiras ser alvo da ação da PF, e questionado se ele permanecerá ou será exonerado do cargo, o Palácio dos Leões não retornou o contato.

O deputado federal licenciado e secretário de Cidades e Desenvolvendo Urbano do governo Dino, Márcio Jerry, também foi procurado pela reportagem, na condição de presidente do PCdoB no Maranhão. Perguntado se o partido pretende tomar alguma medida contra o filiado, e se a nomeação de Rogério Almeida no governo estadual teve sua influência, ele não retornou o contato. Nas redes, Márcio Jerry ostenta diversas fotos com Rogério Almeida, a quem ele já declarou ter extrema confiança.

Iniciada em 2020, a investigação da Polícia Federal identificou que, mediante a confecção de documentos ideologicamente falsos, o suposto grupo criminoso inseria informações nos sistemas da autarquia previdenciária, objetivando a concessão, principalmente, de benefícios da espécie pensão por morte, com pagamentos retroativos, causando vultoso dano aos cofres públicos.

Segundo a PF, o prejuízo aos cofres públicos com o suposto esquema ultrapassa R$ 5 milhões.

Durante a operação, os agentes apreenderam dezenas de maços de dinheiro encontrados dentro de bichos de pelúcia.

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PF faz operação contra crime previdenciário

O prejuízo inicialmente identificado com a concessão dos benefícios, aproxima-se de R$ 5,9 milhões.

A Polícia Federal no Estado do Maranhão, por meio da Força-Tarefa Previdenciária, deflagrou na manhã desta terça-feira (1) nas cidades de São Luís, Paço do Lumiar, Esperantinópolis, São Domingos do Maranhão, Governador Nunes Freire e Maranhãozinho, a Operação ANADROMIKI, com a finalidade de reprimir crimes previdenciários.

A investigação conduzida pela Polícia Federal no Maranhão, com a colaboração da Coordenação- Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista (CGINT) da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, iniciada no ano de 2020, levou à identificação de um esquema criminoso integrado por dois servidores do INSS, advogado e outros agentes operacionais.

Mediante a confecção de documentos ideologicamente falsos, o grupo criminoso inseria informações nos sistemas da autarquia previdenciária, objetivando a concessão, principalmente, de benefícios da espécie pensão por morte, com pagamentos retroativos, causando vultoso dano aos cofres públicos.

Aproximadamente 70 policiais federais cumpriram 20 mandados judiciais expedidos pela 1º Vara da Justiça Federal em decorrência de representação da Polícia Federal.

São 03 mandados de prisão preventiva, 04 de prisão temporária e 13 de busca e apreensão. Consta ainda na decisão judicial a determinação para que o INSS submeta 68 processos de benefício a procedimentos de auditoria.

Com relação aos dois servidores da autarquia previdenciária, além dos mandados de prisão temporária, também foi determinado o afastamento das funções públicas. O prejuízo inicialmente identificado com a concessão dos benefícios, aproxima-se de R$ 5,9 milhões.

A economia proporcionada com a futura suspensão dos benefícios, considerando-se a expectativa de sobrevida projetada pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), gira em torno de R$ 18,4 milhões.

O nome ANADROMIKI faz alusão à palavra retroativo. No caso dessa investigação, apurou-se que parte do modus operandi da organização criminosa consistiu no requerimento de benefícios com datas retroativas de modo a obter vultosos valores com a fraude previdenciária.

Os envolvidos estão sendo investigados pela prática dos crimes de estelionato previdenciário (art. 171, § 3º), inserção de dados falsos em sistema público (art. 313-A), associação criminosa (art. 288), todos do Código Penal, e organização criminosa (art. 2º, §4º, inciso II da Lei.

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Tráfico de pessoas no Maranhão provoca nova operação da Polícia Federal

A Polícia Federal no Estado do Maranhão deflagrou nesta quinta-feira (27), a segunda fase da Operação “Finita servus”, a qual visa combater o tráfico de pessoas e a redução a condição análoga à de escravo, com o cumprimento de mandado de prisão preventiva e busca e apreensão na cidade de Centro Novo do Maranhão/MA.

A investigação apura o tráfico de pessoas em que trabalhadores maranhenses são aliciados, mediante fraude e abuso da condição de vulnerabilidade socioeconômica das vítimas, com a promessa de trabalho, alojamento e alimentação pagos pela empresa contratante, sendo assim convencidos a aceitar a proposta de emprego no Estado de Santa Catarina.

Ao chegarem no destino, descobrem que foram enganados, obrigados a residir em alojamentos abarrotados, sem condições mínimas de viver com dignidade, bem como parte de seu salário e documentos retidos pelos empregadores com a justificativa de pagamento pelas despesas do período, caracterizando, assim, a tráfico de pessoas com a elementar de redução a condição análoga à de escravo.

Na primeira fase foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão, também expedidos pela Justiça Federal, após representação da autoridade policial, sendo dois em Santa Inês/MA, um em Centro Novo do Maranhão e dois em São Joaquim/SC.

A partir da análise preliminar das provas colhidas na primeira fase da Operação, obtiveram-se indícios veementes de que um dos investigados continuaria traficando pessoas, dessa forma não haveria outra maneira de impedir a reiteração delitiva senão por meio de sua prisão por tempo indeterminado.

Os investigados poderão responder pelos seguintes crimes: reduzir alguém a condição análoga à de escravo (Art. 149 do CPB) e de tráfico de pessoas (Art. 149-A, inciso II, do CPB), dentre outros.

A operação foi denominada FINITA SERVUS, termo oriundo do Latim, utilizado no Império Romano, indicando o fim da escravidão.