Política

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General Santos Cruz cai do governo Bolsonaro

O general Carlos Alberto dos Santos Cruz foi demitido nesta sexta-feira (14) da Secretaria de Governo da Presidência da República pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL).
Desde que chegou ao Planalto, em janeiro, o ministro se envolveu em uma crise com os filhos do presidente, além de um embate com o escritor Olavo de Carvalho, guru de Bolsonaro.
“É um freio de arrumação”, disse à Folha um integrante do Palácio do Planalto.
Santos Cruz é o terceiro ministro a cair na gestão Bolsonaro, após as quedas de Gustavo Bebianno (Secretaria Geral), por causa da crise dos laranjas, e Ricardo Vélez Rodríguez (Educação), pelas falhas de gestão na pasta.
O incômodo da cúpula militar do governo com Olavo de Carvalho cresceu à medida que se avolumaram os ataques do escritor reverenciado pelo presidente e pelo grupo ideológico que o cerca.
O ministro general reagiu às ofensas de Olavo aos militares que hoje trabalham no Palácio do Planalto, em especial o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB).
“Eu nunca me interessei pelas ideias desse sr. Olavo de Carvalho”, disse Santos Cruz à Folha. Nem a forma nem o conteúdo agradam a ele”, afirmou. “Por suas últimas colocações na mídia, com linguajar chulo, com palavrões, inconsequente, o desequilíbrio fica evidente”, criticou o ministro, em março.
Integram ainda a ala militar do Planalto os generais Augusto Heleno, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, o porta-voz, Otávio Rêgo Barros, e o chefe da Secretaria-Geral, Floriano Peixoto.
Durante visita de Bolsonaro aos EUA, Olavo disse que Mourão é um “cara idiota”, “um estúpido”, uma figura “que não tem ideia do que é a Vice-Presidência”. “Não o critico, eu o desprezo”, soltou.
Considerado o guru do bolsonarismo, Olavo afirmou que o presidente da República está de “mãos amarradas”, que militares de seu governo têm “mentalidade golpista”, “são um bando de cagões” e que, se nada mudar, o governo acaba em seis meses. No dia seguinte, quando desembarcou nos EUA e tais declarações já eram públicas, Bolsonaro tratou Olavo com deferência.

Da Folha de S. Paulo

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“Só em outra encarnação”, diz Chico Carvalho sobre Maura Jorge assumir o PSL no Maranhão

Aliados na ex-prefeito de Lago da Pedra, Maura Jorge, nomeada recentemente pelo Governo de Jair Bolsonaro para a Superintendência Regional da Funasa, espalham em grupo de internet que ela assumirá o comando do PSL no Maranhão, informações essas, segundo o atual presidente estadual da legenda, vereador Francisco Carvalho, totalmente fora da realidade da sigla.

Em conversa com o titular deste blog nesta manhã de quinta-feira (13), Carvalho ressaltou que Maura Jorge só será presidente do PSL no Maranhão se for em outra encarnação. “Acabei de conversar com o presidente nacional e estou muito tranquilo. Sou presidente até o primeiro de abril de 2021 e só o grupinho dela (Maura) que sabe disso”.

Nos bastidores da política local é voz corrente que a ex-prefeita de Lago Pedra, que conseguiu um emprego no governo com as bençãos do senador Roberto Rocha (PSDB) e que Maura, na verdade estaria articulando para deixar um aliado no PSL, pois seu futuro partidário é o PSDB, legenda pela qual pretende se candidatar a prefeita de São Luís.

Do blog do Jorge Vieira

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Lei pode dar recompensa por auxílio em investigações

O governador Flávio Dino (PCdoB) enviou para a Assembleia Legislativa uma mensagem de lei que trata sobre o pagamento de recompensa por informações que auxiliem os órgãos de segurança estaduais nas investigações criminais.

O PL enviado pelo executivo é uma reação ao anteprojeto do deputado estadual Dr. Yglésio (PDT). “No que tange à segurança pública, sempre considerei que é mais fácil vencer o crime com informação em detrimento da truculência repressiva. O caminho para vitória contra os bandidos é ataca-los no coração de seus planos criminosos. Por isso, apresentamos este projeto que garante o pagamento de recompensa”, defendeu o deputado Dr. Yglésio.

Nos próximos dias, a Comissão de Constituição e Justiça deve analisar a constitucionalidade do projeto de lei.

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Ex-candidata ao governo é indicada para Funasa

A ex-prefeita de Lago da Pedra, Maura Jorge (PSL), prometeu em campanha que seria dona de todos os cargos federais no Maranhão caso o então presidenciável, Jair Bolsonaro (PSL), fosse eleito. Não aconteceu. Maura Jorge ficou em ponte área constante e não conseguiu destaque no Governo Federal no inicio do mandato.

A nomeação de Maura Jorge foi confirmada neste 12 de junho, pelo presidente da Fundação Nacional de Saúde, Ronaldo Nogueira de Oliveira.

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7 votos para derrubar veto do governador

O plenário da Assembleia Legislativa do Maranhão manteve o veto do governador no PL 165/2017, de autoria do deputado estadual César Pires (PV), que trata da proibição do corte de energia às sextas-feiras e vésperas de feriado.

A confirmação do veto governamental não é novidade na Casa. A Assembleia tem mantido de forma unânime as mensagens do governador Flávio Dino (PCdoB). Mas o que chamou atenção foi o resultado obtido. Mesmo sem a presença dos deputados Adriano (PV), Wellington do Curso e Arnaldo Melo (MDB), César conseguiu reunir 7 votos pela derrubada do veto, forçando o presidente Othelino Neto (PCdoB) fazer o voto de minerva para o desempate.

O fator influenciador foi o aparte do deputado Dr. Yglésio (PDT), que fez questão de ressaltar sua lealdade à base do governo mas que o projeto não traria prejuízos para o Governo do Maranhão. Decisões do Supremo Tribunal Federal mostram a constitucionalidade da matéria.

Junto com Yglésio, também votaram pela derrubada do veto: os deputados Ariston (AVANTE), Andreia Rezende (DEM), Felipe dos Pneus (PRTB), Neto Evangelista (DEM) e Zé Inácio (PT), além do próprio autor da matéria, César Pires.