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MA: prazo até 4 de abril força saídas e antecipa decisões para 2026

O calendário eleitoral entrou na fase em que discurso já não sustenta projeto. A menos de uma semana do prazo de desincompatibilização, pré-candidatos que ocupam cargos públicos são obrigados a trocar o poder da caneta pela aposta nas urnas.

Pela legislação, prefeitos, secretários e dirigentes públicos precisam deixar os cargos até seis meses antes da eleição — prazo que se encerra em 4 de abril . A regra atinge diretamente nomes no centro da disputa, como Eduardo Braide e Orleans Brandão, que entram na reta final da decisã liberdade para fazer campanha. Ao ficar, preserva poder imediato, mas pode se retirar da disputa antes mesmo de ela começar.

A regra não alcança diretamente o vice-governador. Felipe Camarão pode disputar sem deixar o cargo, desde que não assuma o comando do Executivo nos seis meses anteriores à eleição — movimento que alteraria sua condição eleitoral . Já os vice-prefeitos só escapam da desincompatibilização se não tiverem exercido a titularidade no período; caso contrário, também precisam deixar o cargo até abril.

Servidores públicos em geral têm prazo até julho para se afastar, mas o impacto político já está dado. Abril é a primeira linha divisória real da eleição.

A partir daqui, quem não sair, na prática, escolheu não disputar.

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