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Braide tem última semana à frente da prefeitura de São Luís

Essa é a última semana do prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), à frente do poder municipal. Os últimos dias se devem ao fato da renúncia obrigatória para disputa ao Governo do Estado. O prazo máximo para desincompatibilização é no dia 4 de abril.

Apesar do silêncio, Eduardo Braide tem se movimentado para enfrentar Lahésio Bonfim e Orleans Brandão em outubro. Outro pré-candidato até poucos dias atrás, o vice-governador Felipe Camarão (PT), deve encampar o nome do prefeito em uma ofensiva contra o grupo do governador do Maranhão, Carlos Brandão. Camarão já foi cotado como candidato ao Senado Federal na chapa de Eduardo Braide.

Braide tem evitado declarações públicas sobre o pleito eleitoral, o que tem suscitado uma possível desistência do Governo do Estado. Ao contrário, vai aproveitar o momento político para arriscar-se e deixará a prefeitura nas mãos de Esmênia Miranda (PSD), sua vice, que terá como primeiro grande desafio a crise do transporte público da capital.

A partir da próxima semana, o silêncio de Braide terá que dar vez à política pré-eleitoral. Entre os assuntos incômodos está a aliança do prefeito com adversários de outrora. Foram 10 anos em que o grupo de dinistas exorcizou publicamente o prefeito. Em 2016, quando quase tira a eleição do candidato do grupo na capital maranhense. De lá para cá, foi visto como inimigo número um do grupo liderado pelo então governador Flávio Dino.

Agora, com mudança na conjuntura política e sem Flávio Dino oficialmente na política, os mesmos dinistas passam a elogiar Braide, e o mesmo prefeito, que também não nutria nenhum sentimento pelos órfãos de Dino, deve compor uma chapa para concorrer ao governo.

Enquanto o relógio passa lentamente, ainda há quem acredite que Braide não será candidato.

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