A Prefeitura de Arame, administrada pelo prefeito Pedro Fernandes, acumula uma sequência de problemas envolvendo obras públicas, com contrato rescindido e prorrogações que empurram serviços para até 2027.
Na mesma edição do Diário Oficial da Famem (Federação dos Municípios do Maranhão), a gestão municipal publicou a rescisão de um contrato de engenharia voltado à manutenção de escolas, firmado com a empresa Tokio Construções.
O documento aponta que o encerramento foi feito de forma “amigável”, o que, na prática, significa que o contrato foi interrompido antes da conclusão do serviço.
Ao mesmo tempo, a prefeitura também publicou termos aditivos prorrogando outras obras importantes na área da educação, incluindo: construção de creche com recursos do FNDE e obra de escola indígena no município
Os novos prazos estendem a execução desses serviços até o ano de 2027, indicando que as obras seguem sem conclusão dentro do cronograma original.
O conjunto das publicações revela um cenário que chama atenção: de um lado, uma obra de manutenção escolar que é encerrada antes de ser concluída; de outro, construções que avançam lentamente e precisam ser constantemente prorrogadas.
Na prática, isso significa impacto direto na população, especialmente na área da educação, onde obras incompletas podem comprometer o funcionamento de escolas e o acesso de crianças a creches.
Esse tipo de situação costuma ser observado com atenção porque aponta para dificuldades na execução de contratos públicos, seja por falhas de planejamento, problemas com empresas contratadas ou atraso na entrega dos serviços.
As movimentações foram publicadas na edição do Diário Oficial da Famem de março de 2026, reunindo, no mesmo ato, a rescisão de contrato e a prorrogação de obras no município.

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