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Bacurituba: licitação da saúde abre “lista de compras” que pode crescer ao longo do ano na gestão Letícia de Sibá

A Prefeitura de Bacurituba, administrada pela prefeita Letícia de Sibá, abriu um processo de compras que permite ao município adquirir diversos equipamentos de saúde ao longo de até 12 meses, sem necessidade de realizar novas licitações a cada aquisição.

O procedimento foi realizado por meio do Pregão Eletrônico nº 002/2026, que criou uma ata de registro de preços para equipamentos e mobiliários destinados às unidades de saúde do município.

Entre os itens previstos estão oxímetro portátil, foco cirúrgico móvel, cilindros de oxigênio, prancha de imobilização, esfigmomanômetro e mobiliários hospitalares.

Uma das empresas registradas na ata é a AMB Distribuidora de Medicamentos e Produtos Hospitalares Ltda, responsável por parte do fornecimento previsto no processo.

O tipo de procedimento adotado pela prefeitura chama atenção porque cria uma espécie de “lista de compras aberta” para a área da saúde.

Na prática, o município registra previamente os preços de diversos produtos e passa a ter autorização para comprar esses itens ao longo de até um ano, conforme as necessidades da gestão.

Isso significa que o processo não representa necessariamente uma compra imediata. A licitação funciona como uma autorização para compras futuras, que podem acontecer de forma parcelada durante a vigência da ata.

Esse modelo é bastante utilizado por prefeituras porque facilita a reposição de materiais e reduz o número de licitações necessárias ao longo do ano.

Por outro lado, especialistas em administração pública apontam que esse formato também exige atenção redobrada no acompanhamento das compras, já que o volume real de aquisições só aparece à medida que os contratos vão sendo executados.

Outro fator relevante é que outros municípios também podem aderir à mesma ata, utilizando os preços registrados para fazer suas próprias compras, mecanismo conhecido como “carona”.

Quando isso acontece, uma licitação originalmente feita por um município pode acabar movimentando um volume de recursos muito maior do que o previsto inicialmente, dependendo do número de adesões realizadas.

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