A dificuldade de Paulo Victor se tornar um líder e fazer seu sucessor 

O presidente da Câmara Municipal de São Luís, Paulo Victor (PSB), tem fracasso de maneira recorrente na tentativa de se tornar um líder político. 

Quem se alia com ele tem dois destinos. Ou entra no limbo da política ou o abandona e deslancha longe de sua sombra.  

No primeiro grupo tem os vereadores da legislatura passada.  Caíram na lábia de que, com o poderio envolto à cadeira da presidência, ele seria o mais votado, e todos voltariam. Dizia que teria 15 mil votos, os mais emocionados que o cercam falavam de 20 a 25 mil votos. Não foi o mais votado, não chegou aos 10 mil, como resultado muitos ficaram de fora da nova legislatura.  

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Já no segundo grupo, o caso mais emblemático é o caso do secretário estadual de Cultura, Yuri Arruda. Quando percebeu que sob a coberta de PV, a qualquer momento pegaria chuva, abandonou o grupo de Paulo Victor e se aproximou ainda mais do entorno do governador Carlos Brandão.  

Há outros casos de que pela inabilidade de liderança do presidente da Câmara, acabaram tendo protagonismo em outros núcleos de poder. A rotatividade de assessores próximos de PV mostra que ele gosta de ser chefe, não líder. 

A maior dificuldade é a liderança da própria Câmara Municipal de São Luís. É essa preocupação que está na mesa do “presidente-candidato-a-deputado-estadual”.  

Ele quer fazer o seu sucessor na casa legislativa, no caso, o vereador Beto Castro. Acontece que a recondução de Paulo Victor ao comando da Câmara foi uma sobrevida dada pelo grupo Brandão e não resultado de sua habilidade. Não fosse a intervenção dos Leões, teriam brotado outras candidaturas e qualquer uma com chances de derrotá-lo. 

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Mas há uma liderança de Paulo Victor que pode ser comprovada. É em outra esfera, não a política. 

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