O governo exonerou Brunna Rosa Alfaia do cargo de Secretária de Estratégias e Redes da Secom. A decisão marca a primeira mudança significativa desde a chegada de Sidônio Palmeira, que substituiu Paulo Pimenta no comando da comunicação do governo.
Tensão interna. Brunna, que já havia trabalhado com Sidônio na campanha de Lula em 2022, criticou o estilo do marqueteiro e sua equipe, apelidada por ela dos “os baianos”. As divergências vieram desde o período eleitoral.
Influência de Janja. A permanência de Brunna na Secom foi atribuída à influência da primeira-dama Janja, que buscava manter o poder na comunicação do governo. Brunna era vista como representante direta da primeira-dama na pasta.
Perfil criticado. Brunna é conhecida por sua experiência em comunicação digital, mas enfrentou críticas por direcionar estratégias exclusivamente ao público de esquerda. Essa abordagem contrária ao plano dos aliados de Lula de ampliar o alcance da comunicação governamental.
Nova aposta. Mariah Queiroz Costa Silva assume o posto. Ela é reconhecida pelo trabalho nas redes sociais do prefeito de Recife, João Campos (PSB), elogiado por estrategistas da esquerda.
