Caciques de partidos do Centrão decidiram ficar do lado de Jair Bolsonaro na crise envolvendo a demissão de Sergio Moro –porque Bolsonaro ofereceu cargos e porque não gostam do agora ex-ministro da Justiça.

Esses líderes do bloco, porém –que inclui o PP do deputado federal André Fufuca, o Republicanos do deputado estadual Duarte Jr, PL do deputado federal Josimar de Maranhãozinho, PSD do deputado federal Edilázio Jr e o Solidariedade do deputado federal licenciado e secretário de indústria e comércio, Simplício Araújo–, não pretendem defender publicamente o presidente. A estratégia será desacreditar Moro e só nos bastidores. (O ANTAGONISTA, com alterações)