Duarte Júnior e Yglésio, exemplos de que a política às vezes atropela a lógica

Os deputados estaduais Duarte Júnior e Yglésio Moisés, deixaram seus partidos, o PCdoB e o PDT, respectivamente, em busca de outras legendas para disputar a Prefeitura de São Luís.

O primeiro deve desembarcar no Republicanos (ex-PRB), controlado no maranhão pelo deputado federal Cléber Verde e que tem como estrela principal o vice-governador Carlos Brandão, pré-candidato assumido à sucessão do governador Flávio Dino.

O segundo ainda faz mistério sobre a legenda que vai abrigá-lo, prometendo revelá-la até sexta-feira. Tudo certo, os dois estão partidariamente resolvidos e serão candidatos à Prefeitura de São Luís, com possibilidade de serem diferenciais numa disputa difícil.

O que é difícil de entender é como o PCdoB e o PDT, que não dispõem de nomes com peso eleitoral na Capital, correndo o risco de serem coadjuvantes nessa corrida, abrem mão de dois quadros com elevada qualificação técnica, saudável vontade política e visível potencial de crescimento eleitoral.

São coisas da política, que por mais explicadas que sejam, não se encaixam facilmente na compreensão do observador comum.

Ribamar Correa da Coluna Repórter Tempo

Da Redação

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