Nas últimas semanas ficou no centro das discussões as festas no Centro Histórico. Depois de uma confusão generalizada após o evento da Feirinha da Benedito Leite, a realização de festas está cada vez mais restrita. Há informações que o prefeito Edivaldo Holanda Jr (PDT) já “decretou” que as atrações da Feirinha devam ser nos moldes do início da feirinha: Banda da Guarda Municipal, do Exército Militar ou mesmo shows de MPB. O prefeito quer o público original do projeto: as famílias, idosos e turistas.

Neste último final de semana circulou nas redes sociais onde dezenas de Policiais Militares estão na porta de um bar no intuito de fecha-lo. E agora outra festa do calendário da Praça Nauro Machado deve deixar o Centro. Foi divulgado a mudança do local da Aldeia Sesc Guajajara, da Praça Nauro Machado para a Concha da Lagoa. Não houve nenhuma justificativa oficial, mas a restrição de festas, cassação de licenças e atuação da polícia mostram para uma tentativa de mudar o público do Centro Histórico para um mesmo público que se encantou com a Feirinha da Benedito Leite. É só aguardar.

Com um artigo, o jornalista Jorge Vieira iniciou a semana com uma análise ácida quanto a atuação do deputado estadual Duarte Jr, do PCdoB, dos tempos de Procon até chegar aqui.

Para o jornalista, o deputado aproveitou a estrutura do Procon e o aval do Flávio Dino para combater a “velha política” se valendo das mesmas práticas.

“O impetuoso advogado, que jamais tinha ocupado qualquer cargo público e sem nenhuma experiência, sentiu-se o proprietário e senhor feudal do PROCON. E não foi modesto.”, destacou o jornalista.
Para o jornalista, o deputado aproveitou a estrutura do Procon e o aval do Flávio Dino para combater a “velha política” se valendo das mesmas práticas.
“Não se sabe por quais critérios o ilustre desconhecido, que jamais havia sequer pedido votos para Flávio Dino ou combatido a elite política dominante de antes, foi galgado a presidente do PROCON, com status de secretaria e com centenas de cargos comissionados para nomear quem bem entendesse. Assim, por lá fez o que bem quis para se promover. Nomeou um exército de funcionários que depois foram seus cabos eleitorais intransigentes.”, analisou no texto.
O jornalista Jorge Vieira também lembrou da atrapalhada forma de atuação na Assembleia Legislativa, quando quis ensinar o professor universitário e deputado César Pires (PV) a como se devia fazer política. E recordou ainda a nota de repúdio direcionada as ações impensadas do comunista.
“A atuação espalhafatosa, tresloucada e desleal de Hildelis Duarte Junior na Assembleia Legislativa o transformou em celebridade e lhe rendeu a proeza nunca antes conseguida por nenhum deputado na História do Parlamento Timbira: uma nota de repúdio assinada por nada menos que dois terços dos membros da Casa.”, analisou.

Leia aqui o artigo do jornalista Jorge Vieira.

Requerimento de Yglésio que convoca delegado de Vargem Grande para prestar informações é aprovado pela Mesa Diretora

A mesa diretora da Assembleia Legislativa aprovou os requerimentos nº528/2019, de autoria do deputado Yglésio (PDT) e Rildo Amaral (SDD) e o requerimento nº 533/2019 de autoria do deputado Yglésio. Os dois requerimentos se referem à condução do Delegado de Polícia Civil, Pedro Adão na prisão do jornalista Toninho Abreu na cidade de Vargem Grande (MA). Com autorização da mesa, a convocação vai ser através da Comissão de Segurança Pública da Alema.

A atuação policial na prisão do apresentador Toninho Abreu, da TV Líder de Vargem Grande, repercutiu na Assembleia Legislativa do Maranhão depois do deputado estadual Yglésio Moises levar o assunto para o Plenário Nagib Haickel. O apresentador foi preso no último dia 19 de setembro pelo não pagamento de pensão alimentícia. “O que aconteceu não foi um simples ato de prisão pela falta de pagamento de pensão. Todo dia você tem pais e até mães de família presos pelo não pagamento de pensão, mas um espetáculo, uma execração pública dentro do município, foi isso que ocorreu, mostramos isso nos vídeos na Assembleia”, disse Yglésio.

O presidente da Assembleia, Othelino Neto (PCdoB), fez o registro de seu voto favorável aos requerimentos, mesmo sem precisar votar. O deputado Wellington do Curso pediu para subscrever os requerimentos. Agora a Comissão de Segurança Pública deve convocar o delegado Pedro Adão para prestar esclarecimentos.

Na foto, o jornalista Toninho Abreu

Sob Moro, Polícia Federal tem o menor número de operações em 5 anos. Foram 204 ações de janeiro a junho, número mais baixo desde 2014; órgão aponta queda de efetivo e mudanças nos critérios de registro

Sob o comando do ministro Sergio Moro (Justiça), a Polícia Federal fez no primeiro semestre deste ano a menor quantidade de operações desde 2014. Foram realizadas, entre janeiro e junho, 204 ações, número mais baixo que o registrado nos nove semestres anteriores.

Apesar de menos atividades nas ruas, cresceram o número de investigações e os valores de bens apreendidos de 2018 para 2019. Os dados foram levantados pela PF a pedido da Folha. No período entre 2009 e 2019, o pico de produtividade se deu no semestre imediatamente anterior ao de estreia de Moro no governo de Jair Bolsonaro. Foram 360 ações entre julho e dezembro de 2018 —1,9 por dia.

Historicamente, os primeiros semestres têm menos operações do que os seis meses finais de um ano –isso porque, na primeira metade de um ano, há mais dias de folga para o Judiciário, que é quem autoriza as medidas de busca e apreensão e de prisão.

Na primeira metade do ano passado, a PF fez 269 operações, média de 1,4 por dia, contra 1,1 entre janeiro e junho de 2019.

Os resultados da atual gestão só ficam à frente dos registrados até o primeiro semestre de 2014 —quando houve 178 operações. Aquele ano marcou o início da Lava Jato, com maior ênfase de atuação da PF contra crimes do colarinho branco. Leia reportagem completa no site da Folha de São Paulo

O prefeito de São José de Ribamar, Eudes Sampaio (PTB), tem dois grandes problemas pela frente. O primeiro é sua reeleição, que enfrenta dificuldades claras, principalmente diante da grande rejeição absorvida da péssima gestão realizada pelo ex-prefeito Luís Fernando, que renunciou pela segunda vez.

O outro problema está exatamente no setor que deveria ajudá-lo. A Secretaria de Comunicação.

Com membro que não escondem a insatisfação em tê-lo como prefeito, permanecer inerte em situações de crise, tem sido a única atitude do setor que tem ajudado a piorar a imagem do prefeito.

Esforçado, Eudes Sampaio até tenta, mas se comparar as ações do setor de comunicação no período em que Luís Fernando era o prefeito, e agora, dá para perceber claramente que o ânimo não é o mesmo.

A um ano e poucos dias da eleição, se continuar assim, Eudes Sampaio certamente caminhará para uma derrota histórica no município, o que certamente deverá ser comemorado em festa dentro do Porão. (Ribamais)

A Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Maranhão deu parecer favorável ao projeto da deputada estadual Mical Damasceno (PTB) em que considera ‘Hinos da Harpa Cristã’ da Assembleia de Deus do Maranhão como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado do Maranhão. O projeto simples, com três artigos, diz em seu primeiro artigo que “Fica considerado Patrimônio Cultural Imaterial do Maranhão os ‘Hinos da Harpa Cristã’ da Assembleia de Deus do Estado do Maranhão.”

No projeto, a deputada justifica que “Em todos os municípios brasileiros, o aprendizado musical é um processo educativo não-formal e informal que está presente em Projetos Sociais, nas Escolas de Música e nas Igrejas Cristãs, que proporcionam um espaço extremamente rico e saudável, especialmente às crianças e jovens de baixa renda”.

Por  unanimidade, o plenário da Assembleia aprovou, na manhã desta quarta-feira (25), o Projeto de Lei 397/2019, oriundo do Tribunal de Contas do Estado (TCE/MA), que trata do Plano de Carreira, Cargos e Vencimentos (PCCV) do Quadro de Pessoal Efetivo da Secretaria do referido órgão estadual.

Na mensagem que capeou o projeto, o presidente do TCE, conselheiro Raimundo Nonato de Carvalho Lago Júnior alude ao Art. 52, caput, combinado com o Art. 76, da Constituição Estadual, para  o encaminhamento da matéria.

Ele destaca ainda que o projeto, em sua dimensão jurídica, é resultante da integração dos dois planos atualmente vigentes no âmbito do Tribunal de Contas, editados por meio da Lei 8.331, de 21 de dezembro de 2005, e da Lei 10.759, de 21 de dezembro de 2017, que serão revogadas tão logo entre em vigor o novo PCCV.

De acordo com o presidente do TCE, o projeto enviado não projeta nenhum incremento de despesa além da prevista por ocasião da aprovação da Lei 10.759, de 21 de dezembro de 2017, e atende ao disposto nos Arts. 17 e 20 da Lei Complementar 101, de 4 de maio de 2000 (LRF).

“Trata-se, assim, de matéria de relevante interesse institucional do Tribunal de Contas, e considerando que o novo plano não enseja nenhum impacto financeiro adicional, estou certo de que este pleito merecerá, pela importância de que se reveste, a melhor acolhida por parte desta augusta Assembleia”, destaca o dirigente da Corte de Contas.

Para jornalistas, o deputado do PCdoB, Duarte Jr disse que deve decidir questão partidária somente em dezembro. Mas nos bastidores da política, o seu nome deve ser rifado da sigla de Márcio Jerry e Flávio Dino. “Até dezembro resolvo essa questão do partido”, foi o que respondeu o parlamentar ao ser perguntado sobre seu destino partidário.

Duarte deseja ser candidato a prefeito de São Luís mas não tem garantia partidária. Ele espera a carta de anuência do governador do Maranhão para deixar o partido e ser uma aposta principal ou paralela de Flávio Dino. Porém, a preocupação de Flávio Dino nesse momento é garantir unidade no grupo para não perder o comando em 2022 e garantir o seu nome na disputa presidencial. Duarte Jr não faz parte das insônias de Flávio Dino.

Então, para firmar sua pré-candidatura, o deputado Duarte Jr deve deixar o PCdoB “até dezembro”.